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Inovar com propósito através da formação centrada no ser humano

Seis meses depois, perguntámos a 684 pessoas o que mudou. Responderam 171.

Composição gráfica em tons de carmim com duas colunas de módulos a alturas proporcionais, representando 684 pessoas contactadas e 171 respostas ao acompanhamento realizado seis meses depois.

Seis meses depois de concluírem este curso, contactámos 684 pessoas. Responderam 171, uma taxa de 25,0 por cento que fica abaixo do mínimo de 30 fixado pelo nosso sistema de qualidade e que limita a leitura. Do que declararam: 67,8 por cento reportaram melhor desempenho nas funções e 42,7 por cento uma melhoria da situação profissional. Publicamos a distribuição completa, incluindo os 56,1 por cento que não registaram alteração nenhuma.

Porque é que se pergunta outra vez, meio ano depois

A satisfação mede-se no fim da ação e mede uma coisa: se a experiência correu bem. Não diz se a formação serviu para alguma coisa. Isso só se sabe quando a pessoa já teve tempo de aplicar o que aprendeu, e no caso deste curso há uma condição adicional, que é ter tido oportunidade de exercer a função para a qual se qualificou.

O procedimento tem três momentos. No fecho de cada ação sai uma comunicação normalizada. Um mês depois, um contacto de acompanhamento mantém a ligação. Aos seis meses, quem concluiu é convidado a responder a um questionário de impacto, anónimo e confidencial, com o consentimento para o contacto recolhido no momento da inscrição. Isto responde a uma recomendação expressa recebida em sede de certificação, e o ciclo de 2025 foi o primeiro a produzir uma série real de resposta e de impacto.

Quem respondeu, e o que isso limita

Das 684 pessoas contactadas, responderam 171, uma taxa de 25,0 por cento. O mínimo fixado pelo sistema de qualidade é de 30, e o desvio está registado como não conformidade menor em auditoria interna, com ação corretiva em execução e verificação marcada.

Uma taxa de resposta a seis meses é estruturalmente mais difícil do que a do fim da ação. No fim da ação a pessoa está na sala e o questionário é o último ato do percurso. Seis meses depois mudou de rotina, por vezes de emprego e de contacto, e não tem obrigação nenhuma de responder. Isto explica a dificuldade. Não dispensa a meta, que continua a ser de 30 por cento e continua por cumprir.

A consequência de leitura é esta, e vale para tudo o que se segue: os valores abaixo leem-se como sinal consistente sobre quem respondeu, não como retrato de quem concluiu o curso.

O que mudou no trabalho

Dimensão Declararam Restante distribuição
Melhor desempenho das funções 67,8% 29,8% considera a questão não aplicável
Situação profissional melhorou 42,7% 56,1% sem alteração · 1,2% agravamento
Evolução na carreira atribuída à formação 74,2% de quem declarou ter registado evolução
Iniciou ou espera iniciar funções de formação 52,0% 15,2% já as exercia antes
Satisfeitas ou muito satisfeitas com a formação 92,9% 59,6% muito satisfeitas
Voltaria a frequentar formação na entidade 94,2% sobre a base de 171 respostas

Quadro · Distribuição das respostas ao questionário de impacto, base de 171 respostas. A terceira coluna não pode ser suprimida.

O primeiro número que merece explicação é o de 29,8 por cento que considerou a questão do desempenho não aplicável. Boa parte de quem obtém o Certificado de Competências Pedagógicas ainda não exerce funções formadoras no momento em que responde, e por isso a pergunta não se aplica. É esse o contexto do indicador seguinte: 52 por cento iniciaram ou esperam iniciar funções de formação, e 15,2 por cento já as exerciam antes.

O segundo é o de 56,1 por cento sem alteração na situação profissional. Para mais de metade de quem respondeu, seis meses depois a situação é a mesma. Publicamos esse número com o mesmo destaque dos outros, porque é ele que dá a medida real do que uma qualificação faz e do que não faz.

Sobre os 74,2 por cento de evolução na carreira atribuída à formação, uma precisão necessária. O valor refere-se a quem declarou ter registado evolução e atribuiu essa evolução à formação. É atribuição da própria pessoa, não uma relação de causa medida por nós. Vale como perceção informada de quem viveu o percurso, e é assim que deve ser lida.

Sobre o emprego, com o cuidado que a matéria exige

À data da inscrição, 80,1 por cento de quem respondeu estava empregado e 12,9 por cento sem emprego. Seis meses depois da formação, a proporção de pessoas empregadas era de 84,9 por cento. Uma variação de 4,8 pontos percentuais.

Este número descreve o que aconteceu a 171 pessoas que responderam a um questionário. Não é uma taxa de empregabilidade do curso, não estabelece causa e efeito, e não permite prever o que acontecerá a quem se inscrever agora. Muita coisa muda na vida de uma pessoa em seis meses, e a formação é apenas uma delas.

Não prometemos emprego. Nenhuma entidade formadora o pode fazer com honestidade.

Dois números de recomendação, e porque se publicam separados

Nesta série aparecem dois valores que se parecem e que medem coisas diferentes. Os 94,2 por cento acima são a proporção de quem, seis meses depois, declara que voltaria a frequentar formação na entidade, sobre uma base de 171 respostas. Os 97,5 por cento que a publicação de 31 de agosto apresenta são a proporção de respostas positivas ao item de recomendação do questionário de fim de ação, sobre uma base de 81 respostas conclusivas.

Instrumentos diferentes, momentos diferentes, perguntas diferentes, bases diferentes. Publicam-se separados, e nunca na mesma frase de leitura.

O que muda no próximo ciclo

Quatro frentes, todas inscritas no planeamento deste ano. Lembretes faseados e questionário simplificado, para elevar a taxa de resposta acima dos 30 por cento. Preparação do primeiro painel a doze meses, com leitura marcada para maio de 2027. Arranque da série comparativa do indicador de recomendação, medido no dia zero e aos seis meses. E revisão da categoria em falta na situação de emprego à data da inscrição, que hoje deixa uma fatia da distribuição sem rótulo próprio.

A verificação de que estas medidas resultaram está marcada para o quarto trimestre deste ano, em auditoria conduzida por pessoa independente da execução, e o resultado será publicado, seja ele qual for.

A auditoria que classificou esta taxa de resposta como não conformidade menor, e o resultado do ciclo completo com os restantes programas do grupo, estão descritos em publicações do Instituto Unicenter de 18 e 20 de agosto. Os resultados deste curso ficam reunidos na página de avaliação do curso, e as próximas turmas no calendário de formações.

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Composição gráfica em tons de carmim com duas colunas de módulos a alturas proporcionais, representando 684 pessoas contactadas e 171 respostas ao acompanhamento realizado seis meses depois.