Duas metas ficaram por cumprir. É daí que começa a correção.

O balanço de 2025 não terminou na leitura dos resultados. Dois pontos ficaram aquém do que estava definido e deram origem a medidas concretas para 2026: a participação na avaliação da formação interna e o cumprimento do respetivo calendário.
O que se faz quando uma meta não fecha?
O resultado não desaparece do relatório e a meta não é ajustada depois de conhecido o número.
O passo seguinte é identificar o motivo do desvio, definir uma medida e voltar a medir para perceber se a correção produziu efeito.
O que mudou na participação
Para aumentar a adesão à avaliação da formação interna, a recolha passa a ser integrada no horário laboral e é reforçada a comunicação interna associada ao processo.
A meta mantém-se: a participação tem de subir face aos 34% registados em 2025.
O que mudou no calendário
O segundo sinal veio da organização das ações internas.
Os adiamentos sucessivos ao longo de 2025 refletiram-se diretamente na avaliação do calendário.
A resposta definida para 2026 passa por planeamento mais antecipado e pela redução dos adiamentos das ações internas.
Medida, responsável e verificação
| Ponto | Resultado de 2025 | Medida para 2026 |
|---|---|---|
| Adesão à avaliação interna | 34%, face a uma meta de 50% | Recolha integrada no horário laboral e reforço da comunicação interna. |
| Cumprimento do calendário | 42,9% classificou o calendário como mau | Planeamento antecipado e redução dos adiamentos das ações internas. |
E a avaliação seis meses depois?
Existe ainda um terceiro sinal a acompanhar: a taxa de resposta ao acompanhamento pós-formação.
Na Formação Pedagógica Inicial de Formadores responderam 171 pessoas em 684 contactadas, uma taxa de 25%, abaixo do mínimo de 30%.
A medida em curso combina lembretes faseados e simplificação do questionário aplicado aos seis meses.
Quando sabemos se funcionou?
Uma medida corretiva não fica concluída por ter sido implementada. É preciso verificar se produziu o resultado esperado.
A documentação de qualidade prevê uma verificação de eficácia no quarto trimestre de 2026, conduzida por pessoa independente da execução.
Se o desvio persistir, a medida é reforçada em vez de ser simplesmente dada como encerrada.